A máquina extraviada
José J. Veiga
Corumbá – GO
Uma alegoria sem data do pasmo tecnológico em conto publicado em 1968.
José J. Veiga
Corumbá – GO
Uma alegoria sem data do pasmo tecnológico em conto publicado em 1968.
Hilda Hilst
Jaú – SP
A convergência improvável de criatura humana e animal num conto publicado em 1977.
Lucio Carvalho
Bagé – RS
Um editor arrependido por suas escolhas é o tema deste conto inédito.
Mário de Andrade
São Paulo – SP
Publicado postumamente no livro “Contos novos”, de 1947, o conto é um retrato clássico da dissolução da família burguesa.
Daniel Françoli Yago
São Paulo -SP
Dois contos inéditos do escritor que prepara seu novo livro, “O abraço da Quimera: ensaios sobre imaginação, diferença e mundos em queda”.
Elenilto Saldanha Damasceno
São Leopoldo – RS
O encontro com a catedral de Notre-Dame como uma experiência erótica.
Lucio Carvalho
Bagé – RS
Um conto em três partes sobre um amor desencontrado.
Murilo Rubião
Carmo de Minas – MG
O insólito e o humano transmutando-se na natureza animal. O animal e o insólito transmutando-se na na natureza humana.
Mario Baggio
Ribeirão Claro – PR
No isolamento e diante da morte iminente, um homem desfia lembranças.
Miguel da Costa Franco
Roca Sales – RS
Na Especiaria, um conto de “Mentiras, Verdades e Outras Falsidades”, lançamento da editora Gog, de 2025.
Vitória Gabriela
São Paulo – SP
Um conto inédito da autora de “Por Osmose” (Ed. Fomento Literário, 2022).
Luci Collin
Curitiba – PR
Um conto inédito da autora de “A palavra algo” (Iluminuras, 2016).
Adriano Espíndola dos Santos
Fortaleza – CE
Um vínculo de ausência entre pai e filho num conto breve.
Emir Rossoni
Nova Bassano – RS
A solidão do cuidado no conto que inicia “Domanda Nísio”, livro vencedor do Prêmio Governo de Minas Gerais de Literatura de 2018.
Diniz Gonçalves Júnior
São Paulo – SP
O déjà-vu de outros verões sempre essencialmente iguais, aqui e ali algumas diferenças.
Graciliano Ramos
Quebrangulo – RJ
O impacto da subjetividade trazida à consciência desperta o assombro na noite de um homem.
Juan José Morosoli
Minas – Uruguai
Neste conto publicado em seu primeiro livro, de 1943, Morosoli narra a relação íntima de um homem solitário com o ambiente. Tradução de Paulo Damin.
Lima Barreto
Rio de Janeiro – RJ
Em conto publicado em 1920, o escritor cria uma alegoria sobre o imperialismo estadounidense na formulação da paz mundial.
Alberto Rangel
Recife – PE
No livro de 1908, parte-se a entender a situação da floresta amazônica numa alegoria marcada pela violência.
Iko Flores
Brasília – DF
Um manuscrito relata, à revelia do autor, os seus sofrimentos.