Teleco, o coelhinho

Murilo Rubião
Carmo de Minas – MG

O insólito e o humano transmutando-se na natureza animal. O animal e o insólito transmutando-se na na natureza humana.

Nada me faltará

Jaqueson Luiz da Silva
São Paulo – SP

O que está guardado e o que se revela numa corriqueira visita ao supermercado. Do autor de “Ossos dos enforcados” (Cobalto, 2023).

Haraquiri

Vitória Gabriela
São Paulo – SP

Um conto inédito da autora de “Por Osmose” (Ed. Fomento Literário, 2022).

O pai

Adriano Espíndola dos Santos
Fortaleza – CE

Um vínculo de ausência entre pai e filho num conto breve.

O terceiro filho

Emir Rossoni
Nova Bassano – RS

A solidão do cuidado no conto que inicia “Domanda Nísio”, livro vencedor do Prêmio Governo de Minas Gerais de Literatura de 2018.

Praia Grande

Diniz Gonçalves Júnior
São Paulo – SP

O déjà-vu de outros verões sempre essencialmente iguais, aqui e ali algumas diferenças.

Insônia

Graciliano Ramos
Quebrangulo – RJ

O impacto da subjetividade trazida à consciência desperta o assombro na noite de um homem.

Andrada

Juan José Morosoli
Minas – Uruguai

Neste conto publicado em seu primeiro livro, de 1943, Morosoli narra a relação íntima de um homem solitário com o ambiente. Tradução de Paulo Damin.

Maibi

Alberto Rangel
Recife – PE

No livro de 1908, parte-se a entender a situação da floresta amazônica numa alegoria marcada pela violência.